A ocupação do Vale do rio Paraíba
do Sul na região Sul fluminense está associada principalmente, ao ciclo do café
(SILVA, 2002). Nesse período, o lugar até então pouco explorado e com grande
quantidade de matas virgens se transformou em imensos cafezais (MUAZE, 2011). Os Barões do café desmatavam
e exploravam as terras até
o esgotamento do solo.
Nesse ponto, o plantio improdutivo era abandonado em detrimento de outras áreas cobertas
com matas e um solo fértil
(SILVA,
2002). Atualmente, a situação da Mata Atlântica que resta na região não difere daquela
de toda a extensão do bioma: apresenta-se como um mosaico de vegetação
fragmentada em função do uso e ocupação desordenada do território (RIBEIRO et
al., 2009).
A fragmentação florestal pode ser estudada pela Ecologia da Paisagem. Esta, utiliza feições espaciais observáveis e mensuráveis, para caracterizar as condições, desenvolvimento e mudança temporal dos fragmentos florestais (TURNER & GARDNER, 1991). Este trabalho traz uma caracterização quantitativa dos fragmentos florestais da região do Vale do Café buscando subsidiar tomada de decisão quanto às ações de conservação e preservação dos recursos naturais desta região.
A fragmentação florestal pode ser estudada pela Ecologia da Paisagem. Esta, utiliza feições espaciais observáveis e mensuráveis, para caracterizar as condições, desenvolvimento e mudança temporal dos fragmentos florestais (TURNER & GARDNER, 1991). Este trabalho traz uma caracterização quantitativa dos fragmentos florestais da região do Vale do Café buscando subsidiar tomada de decisão quanto às ações de conservação e preservação dos recursos naturais desta região.
ACESSE O TRABALHO COMPLETO APRESENTADO NO III SIMPÓSIO DE PESQUISA EM MATA ATLÂNTICA: http://simposio.izma.org.br/pdf_2014/23.pdf
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