Seja bem vindo ao Mato e Cia. Aqui você encontrará materiais destinados ao curso de graduação em Engenharia Florestal e áreas afins. As fotos podem ser utilizadas, mas não se esqueça de mencionar o blog como fonte.







sábado, 27 de julho de 2013

ANGIOSPERMAS



       As Espermatófitas (plantas com sementes) são organizadas em cinco filos: Cycadophyta, Ginkgophyta, Coniferophyta, Gnethophyta e Anthophyta. As Gimnospermas compreendem as quatro primeiras divisões, enquanto as plantas pertencentes à Anthophyta (cerca de 235 mil espécies) são classificadas como Angiospermas. De acordo com cuidadosas comparações e análises macromoleculares, o grupo dasGnethophytas é considerado o que possui maior relação com as Angiospermas. Abaixo uma figura que apresenta as relações filogenéticas entre as cinco divisões:

            A organização e o arranjo das partes componentes da flor é o que distingue as Angiospermas das Gimnospermas, além disso, as sementes de Angiosperma possuem dois tegumentos distintos (óvulos bitégmicos), enquanto as sementes das demais plantas possuem apenas um tegumento.
           As Angiospermas são, atualmente, o grupo de organismos fotossintetizantes que possui maior número de representantes e são dividas em duas classes: Monocotiledôneas (cerca de 65 mil espécies) eEudicotiledôneas (cerca de 170 mil espécies). Abaixo observamos um quadro com as principais diferenças entre as duas classes.

Flor
            A flor é um ramo modificado que porta apêndices especializados (folhas modificadas). As flores classificadas como completas são constituídas de Perianto, Androceu e Gineceu(fixados em uma estrutura dilatada denominada Receptáculo), enquanto são chamadas incompletas as flores em que pelo menos uma dessas três partes está ausente. A flor é denominada Bissexuada (ou perfeita) se possuir Androceu e Gineceu, e é denominada Unissexuada se apresentar ausência de um desses verticilos reprodutores. Monocotiledôneas apresentam três pétalas ou múltiplos de três, e Eudicotiledôneas apresentam quatro ou cinco pétalas ou seus múltiplos.
Cladograma
         As Angiospermas são divididas em ordens (Canellales, Fabales, Rosales, etc.) que por sua vez são divididas em famílias (Canellaceae, Fabaceae, Moraceae, etc.), e algumas vezes até em subfamílias (Caesalpinioideae, Faboideae, Mimosoideae).Estima-se que o grupo possua cerca de 10 mil gêneros e 300 famílias, sendo Orchidaceae (Monocotiledônea) a mais numerosa com aproximadamente 24 mil espécies.Uma das famílias mais numerosas (cerca de 19 mil espécies) e mais importantes do ponto de vista econômico é a Fabaceae, no Brasil ocorrem 2700 espécies dessa família, sendo a mais numerosa no país. Abaixo podemos observar um Cladograma das Angiospermas:

Nesse texto serão abordadas apenas algumas das principais ordens e famílias que ocorrem no Brasil, sendo elas: Annonaceae, Lauraceae,Fabaceae, Moraceae, Urticaceae, Euphorbiaceae e Malpighiaceae.

MAGNOLIÍDEAS
Magnoliales
Annonaceae
É uma família com distribuição predominantemente tropical, que inclui aproximadamente 130 gêneros e 2200 espécies, no Brasil ocorrem 29 gêneros e cerca de 400 espécies.
Hábito: árvores, raramente arbustos, subarbustos ou lianas.
Folhas: simples, sem estípula e com margem inteira.
Filotaxia: alterna dística ou, muito raramente, espiralada (Tetrameranthus).
Flores: grandes e vistosas, em geral bissexuadas, diclamídeas. Cálice 3-4-mero, dialissépalo. Corola 3(-4) pétalas dialipétalas, estames numerosos, anteras rimosas. Gineceu dialicarpelar ou muito raramente gamocarpelar, comumente pluricarpelar, ovário súpero, placentação ereta ou marginal, óvulos 1-numerosos;
Inflorescência: cimosa, às vezes reduzida a uma única flor;
Fruto: apocárpico ou sincárpico, bacáceo, ou menos frequentemente folicular (Anaxagorea, Xylopia)

Laurales
Lauraceae
            É uma família com distribuição tropical e subtropical, concentrada em florestas pluviais da Ásia e Américas. A família inclui cerca de 50 gêneros e 25000 espécies, sendo que no Brasil ocorrem 24 gêneros e cerca de 400 espécies. Esta é uma das famílias mais complexas da flora brasileira.
Hábito:arbustos ou árvores, raramente ervas incandescentes afilas e holoparasitas (cassytha).
Folhas: simples, sem estípulas, margem inteira, geralmente coriáceas ou subcoriáceas.
Filotaxia: alternas ou raramente opostas.
Flores:pouco vistosas, bissexuadas ou raramente unissexuadas (plantas monoicas ou dioicas), actinomorfas, diclamídeas e homoclamídeas. Cálice geralmente trímero, dialissépalo. Corola geralmente trímeira, dialipétala. Androceu formado por 1-3 verticilos de 3 estames e frequentemente com 2-4 verticilos de estaminódios, filetes frequentemente com um par de apêndices nectaríferos na base, anteras valvares, ovário súpero, unicarpelar, placentação pêndula;
Inflorescência: geralmente paniculada, menos frequentemente racemosa (cassytha).
Fruto: drupa ou baga, geralmente com hipanto persistente formando uma cúpula, às vezes envolvendo inteiramente o fruto (cryptocarya).

FABÍDEAS
Fabales
Fabaceae
            Possui distribuição cosmopolita, incluindo cerca de 650 gêneros e aproximadamente 19 mil espécies, representando uma das maiores famílias de Angiospermas e também uma das principais do ponto de vista econômico. No Brasil ocorrem cerca de 200 gêneros e 2700 espécies, correspondendo à maior família em número de espécies no país.


Hábito:ervas, arbustos, árvores ou lianas.
Folhas: compostas, com estípulas (às vezes transformadas em espinhos), frequentemente com nectários extraflorais, ocasionalmente com pontuações translúcidas.
Filotaxia:alterna, muito raramente oposta (Platysmiscium, Taralea).
Flor: vistosas ou não, geralmente bissexuadas, actinomorfas ou zigomorfas, ocasionalmente assimétricas, diclamídeas ou raramente monoclamídeas, geralmente com hipanto. Cálice geralmente pentâmero, dialissépalo ou gamossépalo, prefloração imbricada ou valvar. Corola geralmente pentâmera, dialipétala ou gamopétala prefloração imbricada ou valvar, pétalas semelhantes entre si ou diferenciadas em carenas ou quilhas (inferiores), alas ou asas (medianas) e vexilo ou estandarte (a superior diferente das outras). Estames geralmente em número duplo ao das pétalas (diplostêmone), livres ou unidos entre si, anteras rimosas ou raramente poricidas, disco nectarífero frequentemente presente. Ovário súpero, unicarpelar, muito raramente 2-16-carpelar e dialicarpelar, placentação marginal, óvulos 1 a numerosos.
Inflorescência: geralmente racemosa.
Fruto: geralmente do tipo legume, mas também de outros tipos, incluindo drupa, sâmara, folículo, craspédio ou lomento.
OBS:   A família Fabaceae é ainda subdividida em 3 subfamílias (Caesalpinioideae, Faboideiae (Papilonioideae) e Mimosoideae.)

CAESALPINIOIDEAE
Folhas:bipinadas, parapinadas ou bifolioladas.
Flor: diclamídea ou raramente monoclamídea, corola com prefloração imbricada ascendente ou carenal (as carenas sobrepõem as alas que sobrepões o vexilo), dialipétala, geralmente diplostêmone, raramente oligostêmone, geralmente dialistêmone, e não vistosos.
Sementes: com pleurograma.

FABOIDEAE
Folhas:imparipinadas, trifolioladas ou unifolioladas.
Flor: diclamídea, corola com prefloração imbricada descendente ou vexilar, dialipétala, geralmente diplostêmone, sendo frequentemente nove estames unidos entre si e um livre (androceu diadelfo) ou todos unidos (monoadelfo).
Semente: sem pleurograma, mas com hilo bem desenvolvido.

MIMOSOIDEAE
Folhas:bipinadas, exceto Inga (Paripinada).
Flor: actinomorfa, diclamídeas, corola com prefloração valvar, frequentemente gamopétala, estames iso, diplo, ou polistêmone.
Sementes: com pleurograma.

Rosales
Moraceae
            Moraceae inclui cerca de 50 gêneros e 1500 espécies, apresentando distribuição predominantemente tropical e subtropical, com algumas espécies provenientes das regiões temperadas. No Brasil ocorrem 18 gêneros e aproximadamente 200 espécies, a maioria na Região Amazônica, destacando-se Ficus como sendo o gênero de Moraceae com maior número de espécies no Brasil, presente em quase todos os ecossistemas.
Hábito:ervas, arbustos, árvores ou lianas, geralmente latescentes.
Folhas: simples, com estípulas em geral terminais, margem lisa.
Filotaxia: alterna ou raramente oposta (Bagassa).
Flor: não vistosa, unissexuada (plantas monoicas ou dioicas), actinomorfas, monoclamídeas ou raramente aclamídea. Cálice 4-5(-8)-mero, gamossépalo ou dialissépalo, prefloração valvar ou imbricada, estames 1-5(-15), opositissépalos, livres entre si, anteras rimosas, ovários súpero ou ínfero, geralmente bicarpelar e unilocular, placentação pêndula ou raramente parietal, uniobulado.
Inflorescência: geralmente espiciforme, racemiforme ou formando um sicônio (Ficus).
Fruto: drupa ou aquênio, às vezes formando uma infrutescência.
Urticaceae
            Possui distribuição quase cosmopolita, incluindo cerca de 50 gêneros e 1200 espécies. No Brasil ocorrem 12 gêneros e cerca de 100 espécies.
Hábito: ervas, arbustos, árvores ou lianas, raramente latescentes, às vezes com tricomas urticantes nas folhas e ramos.
Folhas: simples, às vezes profundamente palmatífidas, com estípulas terminais ou laterais, margem inteira ou serreada.
Filotaxia: alternas ou menos frequentemente opostas.
Flor: não vistosa, unissexuada (plantas monoicas ou dioicas), actinomorfas, monoclamídeas ou raramente aclamídeas. Cálice 2-6-mero, gamossépalo ou dialissépalo, prefloração valvar ou imbricada, estames 1-5 opositissépalos, livres entre si, anteras rimosas. Ovário súpero, bicarpelar, mas com um dos carpelos extremamente reduzido, unilocular, placentação ereta, uniovulado.
Inflorescência: cimosa, frequentemente espiciforme e com flores congestas.
Fruto: geralmente aquênio.

Malpighiales
Euphorbiaceae
            Possui distribuição predominantemente pantropical, incluindo cerca de 300 gêneros e 6 mil espécies. No Brasil ocorre cerca de 60 gêneros e 900 espécies, representando uma das principais famílias da flora brasileira e uma das mais complexas do ponto de vista taxonômico.
Hábito: ervas, arbustos, árvores ou lianas, às vezes afilas e semelhantes a cactáceas, geralmente com látex, as vezes epinescentes.
Folhas: simples ou menos frequentemente compostas (Hevea), com estípulas, margem geralmente inteira, frequentemente com nectários extraflorais no pecíolo ou na face abaxial.
Filotaxia: alternas, raramente opostas ou verticiladas.
Flor: não vistosas, unissexuadas (plantas monoicas ou dioicas), actinomorfas, aclamídeas ou monoclamídeas, raramente diclamídeas, às vezes envolvidas por brácteas vistosas. Cálice geralmente 3-6-mero, dialissépalo ou gamossépalo, prefloração valvar ou imbricada. Corola 3-6-mera, dialipétala ou gamopétala, prefloração valvar ou imbricada. Estames 1-numerosos, livres ou unidos entre si, anteras rimosas. Ovário súpero (2-)3(-pluri)-locular, placentação axial, lóculos uniovulados.
Inflorescência: cimosa ou racemosa, às vezes reduzida, formando uma estrutura semelhante a uma única flor, denominada ciátio.
Fruto: geralmente cápsula com deinscência, raramente baga, drupa ou sâmara, sementes frequentemente ariladas ou com carúncula.

Malpighiaceae
            Possui distribuição tropical e subtropical, incluindo 75 gêneros e cerca de 1300 espécies. No Brasil ocorrem 44 gêneros e aproximadamente 530 espécies. A família é facilmente reconhecida pela presença de nectários extraflorais dispostos aos pares na base das sépalas de quase todas as espécies.
Hábito:ervas, arbustos, árvores, ou lianas.
Folhas: simples, estípulas frequentemente presentes, às vezes intrapeciolares ou interpeciolares, margem inteira, nectários extraflorais comumente presentes no pecíolo ou na face abaxial, raramente com látex.
Filotaxia: oposta.
Flor: vistosa, geralmente bissexuada, actinomorfa ou zigomorfa. Cálice pentâmero, geralmente dialissépalo, prefloração imbricada, geralmente com um par de nectários extraflorais dispostos na base de cada sépala. Corola pentâmera, dialipétala, prefloração imbricada, pétalas geralmente unguiculadas e com margem franjada, frequentemente uma destas diferentes no tamanho, formato ou coloração. Estames geralmente 10, livres ou ocasionalmente unidos na base, anteras rimosas raramente poricidas, estminódios ocasionalmente presentes. Ovário súpero, (2-)3(-5)-locular, placentação axial, estiletes distintos, lóculos uniovulados.
Inflorescência: cimosa ou racemosa.
Fruto: geralmente esquizocárpico, frequentemente alado, ocasionalmente baga, noz ou drupa.
Indumento geralmente formado por tricomas simples intercalados com tricomas em forma de T (Tricomas malpighiáceos).

Texto Original: Caio Frossard
           
BIBLIOGRAFIA
LORENZI, Harri. Botânica Sistemática. 3. Ed. Nova Odessa: instituto plantarum de estudos da flora ltda, 2012. 768p.

RAVEN, Peter H. Biologia Vegetal. 5.Ed. Guanabara Koogan. 728p.



JUDD.Botânica Sistemática: um enfoque filogenético.3.Ed. Artmed. 604p.



sábado, 20 de julho de 2013

Parque Estadual Nova Baden


       O Parque Estadual Nova Baden foi criado através do Decreto Estadual 36.069, de 27 de setembro de 1994.
Situa-se na Serra das Águas, em Lambari, Minas Gerais, com altitudes variando entre 900 e 1300 metros, possuindo clima ameno e agradável.
O PENB pertence à Serra da Mantiqueira, no bioma Mata Atlântica e a vegetação é classificada como Floresta Estacional Semidecidual. Suas principais características são as espécies de árvores emergentes caducifólias, que podem alcançar 35 metros, como: Cariniana spp. (jequitibás); Aspidosperma spp. (perobas); Cedrella fissilis (cedro); Anadenanthera peregrina (angico-vermelho), Peltophorum  dubium (canafístula) e Dalbergia miscolobium (jacarandá). Essa formação está repleta de Euterpe edulis (palmito) e Rollinia  sylvatica (araticum). Destacam-se samambaiuçus, canelas, quaresmeiras e araucárias, dentre a paisagem local.
No PENB existem nascentes d’água que abastecem a comunidade próxima e seus cursos são utilizados para recreação nesta Unidade de Conservação. A floresta preservada é determinante para a pureza das águas!
As espécies de primatas Alouatta guariba (bugio) e Callithrix aurita (sagüi-da-serra-escuro) ocorrem no Parque Nova Baden e são consideradas vulneráveis à extinção em  todo o Brasil e, para Minas Gerais, este sagüi encontra-se criticamente em perigo de extinção. Existem vinte e nove espécies de mamíferos, dentre veados-campeiro, lobos-guará e jaguatiricas. Para as aves, destacam-se o canário-da-terra-verdadeiro e o chibante. Existem espécies típicas de matas em bom estado de conservação, como o rabo de espinho escamoso e os tangará-dançarino e sabiá-uma. Há saíras, papo-preto e figuinha-de-rabo-castanho. Sobre a herpetofauna, a elevada altitude e a qualidade da água mantêm, entre outros anfíbios, a endêmica perereca Phasmahyla cochranae .
O (a) visitante tem como atrações turísticas as seguintes trilhas: - do Palmito, com extensão de 1,2km e baixa dificuldade; - dos Troncos, com 1,8km e dificuldade alta para pessoas idosas e com dificuldade de locomoção e - Trilha Sete Quedas, com extensão de 1km, com dificuldade baixa nos primeiros 800 metros e dificuldade alta no trecho da Cachoeira Sete Quedas, de 200 metros.
O (a) turista pode também apreciar a edificação do Centro de Visitantes, antigo Casarão da ‘Fazenda Pinheiros’.

Um pouco da valiosa história desta Unidade de Conservação: no ano de 1889 chegava à ‘Vila de Águas Virtuosas’, atual Lambari, o Sr. Américo Werneck, de descendência alemã. Américo Werneck era engenheiro civil, escritor, jornalista e deputado. Ele adquiriu a ‘Fazenda Pinheiros’, cujo dono era o notável político Dr. Eustáquio Garção Stockler. Desde então, o novo proprietário uniu-se ao forte grupo político local. Werneck foi nomeado, em 1909, para primeiro prefeito de Águas Virtuosas, pelo Governador de Minas Gerais, Dr. Wenceslau Braz, exercendo o cargo entre 1909 e 1911. O ilustre prefeito, ardoroso propagandista da República, construiu o ‘Palácio do Casino’ e estabeleceu um plano de saneamento e de urbanização da cidade. O Bairro Nova Baden surgiu, quando na década de 1890, Dr. Werneck residiu em sua ‘Fazenda ‘Pinheiros’, e como Secretário de Estado da Agricultura, formou a colônia de ‘Nova Baden’, concedendo áreas de 4 a 6 alqueires a colonos austríacos, alemães e holandeses. O nome Nova Baden refere-se à província de Baden-Baden, na Alemanha, pela qual Werneck se inspirou. Em 1911 houve desentendimentos entre o Dr. Werneck e o Governo de Minas Gerais, causando prejuízo financeiro a ele e a seus familiares. Encerrado o litígio em juízo arbitral, se retirou para o Rio de Janeiro, onde faleceu em 1927, aos 72 anos de idade.
A antiga ‘Fazenda Pinheiros’ deu lugar à ‘Mata do Estado’ e, em 1974, foi criada a Reserva Biológica de Nova Baden, sob administração da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG). Atualmente, a valiosa área preservada é denominada PARQUE ESTADUAL NOVA BADEN (PENB), gerenciada pelo Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais (IEF/MG).


Localização do Parque Estadual Nova Baden:
Em Lambari, Rodovia BR 460 – km 10, seguir por estrada de terra, conforme placas de sinalização, por 1,5 km até a Portaria do Parque.

Taxa de visitação:
R$ 5,00 = entrada por pessoa e R$ 2,00 = estacionamento por veículo
Entrada gratuita = visitas escolares previamente agendadas e pessoas acima de 65 anos e abaixo de 5 anos;
Meia entrada = estudantes com carteirinha ou documento oficial fornecido pela escola.


Para correspondências, agendamento de visitas e maiores informações:
Parque Estadual Nova Baden - Caixa Postal 1011
Lambari – MG CEP: 37480-000
facebook: Parque Estadual Nova Baden (Passeios/Turismo)